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Descoberta médica – Tratamento com sanguessugas

Nenhuma descoberta médica conseguiu substituir tratamento com sanguessugas fatos e eventos (2)

Descoberta médica – Tratamento com sanguessugas

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Nenhuma descoberta médica conseguiu substituir tratamento com sanguessugas fatos e eventos (2)

Parasitas temporárias, as sanguessugas são anelídeos invertebrados, hermafroditas e, claro, hematófagas, ou seja, como o seu próprio nome indica, se alimentam de sangue. Existem mais de 500 espécies do animal em todo mundo e, apesar de serem consideradas “nojentas” por muitos, ela ainda é muito útil para o homem.

Como as sanguessugas são usadas hoje na medicina

O uso das sanguessugas em processos de cura começou há aproximadamente 2.500 anos, na Índia. No passado, elas eram utilizadas justamente para sugar e remover de pacientes parte do sangue que, até então, era tido como uma espécie de “transportador” de determinadas doenças. Acreditava-se que, retirando certa concentração de sangue, problemas de saúde poderiam ser tratados.

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O processo, denominado de sangria, caiu em desuso em meados do século 20 porque cientistas não conseguiam comprovar a eficácia do tratamento. Nos últimos anos, porém, as sanguessugas voltaram a ser consideradas aliadas da medicina porque nenhuma descoberta até hoje conseguiu substituir a ação dos animais em alguns procedimentos clínicos.

Atualmente, as sanguessugas são usadas nos Estados Unidos e em alguns países da Europa para restabelecer a circulação sanguínea de pacientes que tiveram membros reimplantados cirurgicamente.

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Os animais são úteis no pós-operatório porque, ao sugarem o sangue do paciente, incentivam a formação de novas veias. Por serem muito finas, as veias são muito difíceis de serem reconectadas em cirurgias.

Uma sanguessuga mede entre 6cm e 10cm de comprimento em média, são basicamente carnívoras e capazes de ingerir uma quantidade de sangue até 500 vezes superior ao seu próprio volume.